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Brasão do Brasil

Diário Oficial da União

Publicado em: 26/02/2019 | Edição: 40 | Seção: 1 | Página: 18-25

Órgão: Presidência da República/Casa Civil/Gabinete de Intervenção Federal no Estado do Rio de Janeiro

PORTARIA Nº 53, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2019

O INTERVENTOR FEDERAL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuição legais, que lhe conferem o Decreto nº 9.410, de 13 de junho de 2018, resolve:

Art. 1º Aprovar o manual de submissão de objetos digitais: descrição física, temática e preeenchimento de metadados da Base de Gestão do Conhecimento.

Art 2º Esta Portaria entra em vigor na presente data.

General de Exército WALTER SOUZA BRAGA NETTO

BASE DE GESTÃO DO CONHECIMENTO

Manual de Submissão de Objetos Digitais: descrição física, temática e preenchimento de metadados

Rio de Janeiro

Fevereiro 2019

Versão 1.0

INTERVENTOR FEDERAL

General de Exército Walter Souza Braga Netto

SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO

General de Divisão Laelio Soares de Andrade

SECRETÁRIO DE INTERVENÇÃO FEDERAL

General de Brigada Sergio José Pereira

SECRETÁRIO ADJUNTO DE ADMINISTRAÇÃO

General de Brigada Antônio Carlos de Souza

SECRETÁRIO ADJUNTO DE INTERVENÇÃO FEDERAL

Coronel Marcos Augusto Costa Bastos

Equipe técnica

Roberto Correia

Giovanni Pacelli Carvalho Lustosa da Costa

Emerson Barros de Meneses

Apresentação

Este manual foi adaptado da versão 3.0 do Manual de submissão de objetos digitais da Controladoria-Geral da União (CGU) e apresenta a descrição física e temática, a tradução e as regras de preenchimento dos metadados constantes dos formulários criados para publicação de objetos digitais na Base de Gestão do Conhecimento do Gabinete de Intervenção Federal do Rio de Janeiro (GIFRJ). Apresenta, ainda, os subconjuntos de metadados que compreendem o conjunto mínimo padrão para tipos de objetos e/ou coleções.

A Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ (disponível em https://gestaodoconhecimento-gifrj.eb.mil.br) é uma biblioteca virtual para usufruto dos servidores e colaboradores do GIFRJ e demais interessados.

DEFINIÇÕES

Arquitetura Informacional - Arquitetura da Informação refere-se ao desenho da estrutura das informações, como: textos, imagens e sons apresentados na tela do computador, à classificação dessas informações em agrupamentos de acordo com os objetivos do site e das necessidades do usuário, bem como a construção de estrutura de navegação e de busca de informações, isto é, os caminhos que o usuário poderá percorrer para chegar até a informação. (STRAIOTO, 2002, p.20).

Coleções - são estruturas que servem, preferencialmente, para agrupar documentos com alguma característica comum. Toda coleção deve pertencer a uma comunidade ou subcomunidade, pois enquanto as comunidades organizam o repositório, as coleções organizam os documentos do acervo.

Comunidade e Subcomunidade - são estruturas informacionais que representam a organização do repositório. As comunidades são as estruturas de mais alto nível e podem conter vários níveis de subcomunidades. Assim, representam apenas a estrutura, não contendo objetos digitais diretamente.

DSpace - software livre que, ao ser adotado pelas organizações, transfere a elas a responsabilidade e os custos com as atividades de arquivamento e publicação da sua produção institucional. O DSpace possui natureza operacional específica de preservar objetos digitais.

Metadados ou metainformação - são elementos estruturados que permitem representar um objeto digital e torná-lo recuperável na Web. No contexto digital, metadado é a descrição física e temática dos objetos.

Objeto digital - objeto digital é todo arquivo selecionado para compor a base de dados do DSpace e que irá ser descrito pelos metadados.

Repositório digital - Segundo Viana, Arellano e Shintaku (2006), um repositório digital é uma forma de armazenamento de objetos digitais que tem a capacidade de manter e gerenciar material por longos períodos de tempo e prover o acesso apropriado.

Sistema de Organização do Conhecimento (SOC) - são sistemas conceituais, estruturados de forma semântica, abrangendo termos, definições, relacionamentos e propriedades dos conceitos. Os SOC cumprem papel fundamental na recuperação e organização da informação com o objetivo de facilitar a indexação e orientar o usuário quanto ao uso e busca de informações.

Descrição física e temática

Esta é uma etapa de interpretação da fonte principal de informação, ou seja, interpretação dos dados dos objetos digitais que serão depositados e traduzidos em forma de metadados.

Descrever um objeto digital é detalhar suas características físicas e temáticas. A fonte de informação principal para a descrição de objetos digitais são os próprios objetos digitais a serem descritos. Se o mesmo não fornece todos os dados necessários para a representação da sua forma e do seu conteúdo, essas informações podem ser retiradas de outras fontes de informação disponíveis.

Conforme mencionado, a descrição é uma atividade de análise e interpretação de dados. Os dados resultantes dessa atividade serão utilizados na representação do objeto digital na Base de Gestão do Conhecimento e sua posterior recuperação.

Perfis de Atores

Os principais grupos de atores envolvidos no repositório e suas funções são:

• Catalogadores (depositantes): responsáveis pelo depósito de objetos digitais no repositório, por meio do formulário adotado para as comunidades/coleções sob sua responsabilidade.

• Revisores: responsáveis pela revisão e aprovação do conteúdo depositado pelos catalogadores, indicando que o objeto digital poderá ser publicado no repositório, sem problemas com relação aos direitos autorais, permissões de uso, sigilo etc. Podem ser, por exemplo, o coordenador-geral da área ou alguém por ele indicado.

• Administradores: pontos focais formalmente designados para atuarem como responsáveis pela gestão e manutenção do repositório. Apenas os servidores com esse perfil poderão criar ou alterar as comunidades, subcomunidades ou coleções, e editar os itens após a sua publicação na Base de Gestão do Conhecimento.

Arquitetura Informacional

A exemplo de outros repositórios digitais desenvolvidos pela ferramenta DSpace, a Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ possui uma estrutura de organização definida por comunidades, subcomunidades e coleções, que facilitam a gestão do depósito de documentos de maneira descentralizada e também a recuperação das informações contidas nos objetos publicados.

Atualmente, a Base está organizada por 9 comunidades, formadas por suas respectivas subcomunidades e coleções, conforme detalhado no Apêndice II deste Manual.

As coleções são espaços de armazenamento dos itens e conjunto de metadados, permitindo a pesquisa por meio do acesso à coleção ou agregada pelas informações sobre cada item (como título, autor, assunto etc).

Fluxo de Depósito de Objetos

O fluxo principal adotado para a gestão dos depósitos encontra-se disposto a seguir:

Conjunto de metadados: Blocos

Até o momento, estão definidos 27 metadados, agrupados em 4 blocos. Desse total, 12 são de preenchimento obrigatório e 15 opcionais, de maneira que podem ser arranjados e compor o formulário de entrada de dados das coleções. Os metadados obrigatórios estão marcados com o sinal "*" (asterisco).

O conjunto de metadados encontra-se organizado em blocos, conforme suas características. Preferencialmente, agrupamos os metadados nos formulários de entrada de dados de acordo com os blocos aos quais eles pertencem.

 

 

Tabela 1: Metadados organizados em blocos

Bloco

Título

Descrição

Quantidade de Metadados

Bloco 1

Descrição Geral

Metadados que descrevem os objetos digitais conforme seus atributos gerais ou físicos.

14 metadados

Bloco 2

Descrição Temática

Metadados que descrevem os objetos digitais de acordo com seus atributos temáticos ou conteúdo.

5 metadados

Bloco 3

Direitos Autorais e Acesso à informação

Metadados que descrevem os objetos digitais de acordo com seus atributos relacionados aos direitos autorais e à política de acesso.

2 metadados

Bloco 4

Submissão

Metadados relativos à submissão, de preenchimento automático. Por esse motivo, esses metadados não aparecem no formulário de entrada de dados.

6 metadados

O conjunto completo de metadados serve de base para escolha dos subconjuntos de metadados que comporão a Base e que resultarão em diferentes Formulários de Entrada de Dados.

Quanto mais metadados descritos para os "itens" da Base, maiores são as possibilidades de recuperação da informação e maior é a ampliação dos arranjos ou possibilidades de organização secundária das coleções na Base.

Bloco de Descrição Geral

O Bloco 1 é o "Bloco de Descrição Geral". Fazem parte desse bloco os metadados que descrevem os objetos digitais, conforme seus atributos gerais ou físicos, conforme Tabela 2.

 

Tabela 2: Bloco de Descrição Geral e metadados

 

Metadado

1

Tipo*

2

Autoria*

3

Contribuidores

4

Título*

5

Título alternativo

6

Idioma*

7

Publicador(es)*

8

Local(is) de edição

9

Data do documento*

10

Data de publicação

11

Identificadores

12

Fonte

13

Descrição física*

14

Data de modificação

Bloco de Descrição Temática

O Bloco 2 é o "Bloco de Descrição Temática". Fazem parte desse bloco os metadados que descrevem os objetos digitais, conforme seus atributos temáticos ou conteúdo, conforme Tabela 3.

 

Tabela 3: Bloco de Descrição Temática e metadados

 

Metadado

15

Resumo

16

Palavras-chave*

17

Assunto *

18

Observação/Notas

19

Objetivo Estratégico*

Bloco de Direitos Autorais e Acesso à Informação

O Bloco 3 é o "Bloco de Direitos Autorais e Acesso à Informação". Fazem parte desse bloco os metadados que descrevem os objetos digitais, conforme seus atributos relacionados aos direitos autorais e à política de acesso e uso, conforme Tabela 4.

 

Tabela 4: Bloco de Direitos Autorais e Acesso à Informação e metadados

 

Metadado

20

Detentor dos direitos autorais*

21

Permissões e Restrições de uso*

Bloco de Metadados de Submissão

O Bloco 4 é o "Bloco de Metadados de Submissão". Fazem parte desse bloco os metadados relativos à submissão. Esses metadados são de preenchimento automático e, portanto, não compõem o formulário de entrada de dados, conforme Tabela 5.

 

Tabela 5: Bloco de Metadados de Submissão

 

Metadado

22

Identificador único

23

Data de publicação no repositório

24

Formato

25

Tamanho do arquivo

26

Catalogado por

27

Revisado e Publicado por

Submissão de novos objetos digitais

Seleção da comunidade/coleção

Realizado oLoginna Base, o primeiro passo para a submissão é selecionar a comunidade/coleção em que o novo objeto será depositado.

 

 

Descrição: A coleção corresponde à localização física do objeto na Base. Trata-se da escolha onde o objeto digital será submetido. Não é, portanto, um metadado a ser preenchido.

Para seleção da Coleção: Inicie o novo depósito na área de trabalho na Base, em "Meu espaço", ou a partir da Arquitetura Informacional, e navegue até a coleção em que o objeto será depositado.

Obrigatoriedade: Sim

Repetitividade: Não

Regras gerais para a escolha da coleção: selecione a coleção de acordo com os fluxos e as atribuições de responsabilidade quanto ao depósito dos objetos.

As coleções estão definidas de acordo com a Arquitetura Informacional da Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ (Apêndice II - Estrutura Informacional da Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ). Elas são o terceiro nível hierárquico da Base, geralmente subordinadas às Subcomunidades e às Comunidades da Base.

Exemplos:

Atos Normativos: Portarias: Portarias Normativas 2017

Eventos: Planejamento e Desenvolvimento Institucional: Gestão do Conhecimento

Controle da duplicidade de registros

A Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ tem como um dos seus princípios a não duplicidade de registros. Essa diretriz visa à redução ou à eliminação do retrabalho, questão relevante do ponto de vista da gestão do conhecimento e do capital intelectual, pois impacta na produtividade dos indivíduos, das equipes e da Instituição como um todo. Além disso, tem relação com a ótima utilização da capacidade de armazenamento de dados, que é um dos ganhos obtidos com o controle da duplicidade de registros, procedimentos para eliminar a duplicidade de objetos digitais estão detalhados no item 3 do anexo "Plano de Carga da Base de Gestão do Conhecimento".

Na submissão dos objetos

O controle sobre a duplicidade de registros acontece em vários momentos do fluxo de submissão. É realizado no momento da submissão pelo Catalogador responsável pela inserção do objeto digital. Essa responsabilidade relacionada à submissão ajuda a definir o fluxo das coleções, pois apenas os "atores" autorizados poderão iniciar os depósitos nas coleções que hospedarão fisicamente os objetos. Essas são as "coleções de origem" da Base de Gestão do Conhecimento.

Esses novos depósitos estão sob a responsabilidade daqueles atores que integram as equipes técnicas que criaram o conteúdo ou demandam a sua utilização. São eles os atores responsáveis pela submissão ou auto-arquivamento.

O controle do depósito desses objetos deve ser realizado sistematicamente por cada uma das áreas que fazem a alimentação de uma "coleção de origem". Ao realizar uma busca prévia no repositório, os atores que alimentam a Base com os novos objetos podem descartar qualquer dúvida quanto à existência ou não do item.

Na revisão dos objetos

O controle de duplicidade também é realizado no momento da revisão e edição dos objetos, quando os Revisores de metadados checam a coleção de depósito. Essa é a primeira conferência que os atores Revisores devem fazer com bastante atenção. Esse é o único "dado" que não poderá ser corrigido posteriormente.

Descrição dos novos objetos digitais

A seguir, temos a descrição e forma de preenchimento dos metadados que compõem o subconjunto mínimo da Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ, com a definição do: 1) o rótulo do metadado; 2) a sua descrição; 3) a forma de preenchimento; 4) o atributo de obrigatoriedade; 5) o atributo de repetitividade; 6) as regras gerais; e 7) as regras específicas para o preenchimento.

Tipo

 

Descrição do Metadado: Tipo de objeto digital, segundo sua forma de apresentação nas coleções criadas para as Comunidades do repositório.

Preenchimento: Lista de opções

Obrigatoriedade: Sim

Repetitividade: Não

Regras gerais para o preenchimento:

Considere a forma predominante do objeto para a correta descrição de sua tipologia.

Não considere a tipologia documental dos anexos para a escolha do "Tipo de objeto".

Por exemplo, um Acordo de Cooperação Técnica, será sempre o objeto principal a ser descrito, ainda que tenha como anexos os extratos de publicação ou termos aditivos.

Selecione o "Tipo de Objeto" na lista de opções disponível na Base (consulte a lista atual no Apêndice I do Manual).

Obs.: Para as publicações de destaque do GIFRJ, tipos específicos de objetos podem ser criados e somados à lista de opções disponível para este metadado.

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Autoria

 

Descrição do Metadado: Indicação da responsabilidade pela criação do objeto digital. Pessoa física, entidade ou serviço responsável pela criação intelectual ou artística de um objeto digital ou recurso eletrônico. Este metadado pode ser constituído pelas pessoas ou organização(ões) principal(is) pela criação do objeto digital.

São considerados autores: pessoas físicas (no caso de documentos escritos); órgãos e/ou entidades (no caso de documentos institucionais).

Preenchimento: Texto

Obrigatoriedade: Sim

Repetitividade: Sim

Regras gerais para o preenchimento:

a) Autoria atribuída à pessoa física

Conforme a Lei 9.610/1998 (Lei de Direitos Autorais), o autor "é a pessoa física criadora de obra literária, artística ou científica". Dessa forma, sempre que possível, considere o autor "pessoa física" indicado no item como responsável pela autoria da obra.

Para os documentos oficiais do GIFRJ, considerar o autor o signatário do documento.

Preencha o metadado autoria "pessoa física" informando primeiro o último sobrenome do autor, seguido de vírgula, e depois os demais nomes. Dê os nomes e sobrenomes de acordo com a fonte principal de informação, preferencialmente por extenso. Se o último sobrenome trouxer parentesco (Júnior, Neto, Sobrinho etc), esse sobrenome deverá acompanhar o penúltimo sobrenome.

Exemplos:

Batista, Fábio Ferreira

Lima Sobrinho, Oto Maria Fidelis

Souza, Mello e

Observações:

A mesma Lei, em seu artigo 11, parágrafo único, diz que "a proteção concedida ao autor poderá aplicar-se às pessoas jurídicas nos casos previstos".

Um objeto digital será sempre de autoria de uma ou várias pessoas, seus criadores intelectuais. No entanto, uma entidade pode assumir a co-autoria de um item, ou ser indicada como responsável pela autoria, edição ou publicação. Assim, se um objeto digital tiver como responsável pela autoria uma entidade e um autor pessoal, indique a autoria de ambos, iniciando pela entidade e, em seguida, o(s) autor(es) pessoal(is).

Exemplo:

Brasil. Gabinete de Intervenção Federal na Área de Segurança do Estado do Rio de Janeiro (GIFRJ)

Batista, Fábio Ferreira

Para Eva Verona, "um documento deve ser considerado como de autoria coletiva (entidade) se for resultante da atividade criativa e organizacional da entidade como um todo".

Assim, o resultado de uma atividade autoral independente e criativa de um ou mais autores não deve ser atribuída a órgão/entidade.

b) Autoria atribuída à Entidade1

Considere a indicação da responsabilidade pela autoria ou co-autoria de uma obra como sendo de órgão/entidade, em função do seu caráter e da sua natureza, nos seguintes casos:

1) Sempre que o recurso tratar sobre a atuação da própria entidade, como por exemplo, documentos de natureza administrativa: políticas internas; procedimentos; finanças e operações, catálogos, inventários etc.

Exemplos:

Brasil. Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU)

Brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

2) Se o nome do órgão já tiver o nome do país, ou suas derivações, não há necessidade de registrar a área geográfica no início do metadado.

Exemplos:

Receita Federal do Brasil (RFB)

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

3) Sempre que os itens relatarem a atividade coletiva de uma entidade, como relatórios; relatórios de projetos; relatórios de gestão; planos de trabalho, atas de congresso; reuniões; relatórios de expedições; relatórios de investigação científica etc).

Exemplos:

Brasil. Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU)

(Para: Plano de Trabalho da Diplad de 2017)

Brasil. Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU)

(Para: Relatório de Gestão da CGU 2016)

4) Sempre que o item tiver caráter legal ou de governo (leis; portarias; regimentos internos; regulamentos; tratados; acordos de cooperação técnica etc). Nesses casos, preencha, por extenso, o metadado autoria informando primeiro o local geográfico da entidade (país, estado, município); o nome da entidade e sigla entre parênteses; seguido da área ou setor responsável pela criação do item, se for o caso.

Exemplos:

Brasil. Controladoria-Geral da União (CGU)

Brasil. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional (MF/STN)

Bahia. Tribunal de Contas do Estado (TCE/BA)

França. Direction Générale de l`administration

ATENÇÃO: Considerar o nome do órgão utilizado na época da publicação do objeto.

Observações:

Uma obra com co-autoria é aquela criada em comum por dois ou mais autores. Nesse caso, registre como autores do objeto digital todos os coautores que assim apareçam indicados na fonte principal de informação.

Todos os autores de um item devem ser inseridos, independentemente da quantidade. Assim, orientamos inserir como autor principal de uma obra coletiva o Organizador, com a indicação do papel exercido entre parênteses. Os demais deverão ser inseridos como coautores, com a indicação do papel exercido entre parênteses.

Lembre-se que a Lei 9.610/1998, no seu § 2º, diz que "cabe ao organizador a titularidade dos direitos patrimoniais sobre o conjunto da obra coletiva".

Exemplos:

Silva, João Campos (Organizador)

Trindade, João (Diretor)

Andrade, Mário de (Roteirista)

Pessoa, Maria Eduarda (Trilha sonora)

Outros exemplos:

Inserir, como autor principal de um vídeo de uma palestra, o palestrante.

Inserir, como autor principal de uma entrevista em qualquer suporte, o entrevistado.

Inserir, como autor principal de uma foto, o fotógrafo.

Inserir, como coautor de um item traduzido, o tradutor.

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Contribuidores

 

Descrição do Metadado: Indicação do(s) responsável(eis) por fazer contribuições que auxiliaram na construção do objeto digital e não tenham participado na coautoria do seu conteúdo.

Podem ser registrados como contribuidores: orientador de trabalho acadêmico; examinador de banca; ilustrador; revisor; apresentador; redator de prefácio de uma obra; desenhista gráfico; editor de vídeo; entidade que tenha contribuído para a elaboração do documento etc.

Preenchimento: Texto

Obrigatoriedade: Não

Repetitividade: Sim

Regras gerais para o preenchimento:

Preencha este metadado caso seja possível identificar as pessoas, entidades ou serviços que contribuíram para a construção do objeto digital.

Inclua, após o nome de cada contribuidor, informações sobre o tipo de contribuição (orientador, ilustrador, revisor, apresentação, prefácio, desenhista gráfico etc.)

Exemplos:

Autoria: Brasil. Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU)

Contribuidor: Diniz, Priscila Escorcio de França

Contribuidor: Brasil. Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU). Gabinete do Ministro (GM). Assessoria de Comunicação Social (ASCOM)

Observações:

Em se tratando de pessoa física, o Art. 15, § 1º, da Lei 9.610/1998, diz que "não se considera coautor quem simplesmente auxiliou o autor na produção da obra literária, artística ou científica, revendo-a, atualizando-a, bem como fiscalizando ou dirigindo sua edição ou apresentação por qualquer meio".

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Título

 

Descrição do Metadado: Título do objeto digital ou recurso eletrônico. Palavra, caracter, frase ou grupo de palavras que dão nome ao objeto.

Preenchimento: Texto.

Obrigatoriedade: Sim.

Repetitividade: Não.

Regras gerais para o preenchimento:

Transcreva o título como aparece no objeto digital, adequando-o sempre que necessário.

Para especificar o número do documento, utilize a seguinte abreviação: "n."

"Normalmente, um título será um nome pelo qual o recurso é formalmente conhecido."

Para os documentos do GIFRJ, o título será o número do documento, contendo algarismos e letras.

Exemplo:

Portaria n. 747, de 16 de março de 2018

Inicie o preenchimento do título com letra maiúscula e as demais conforme as normas da língua portuguesa.

Exemplo:

Perspectivas para a integração da América Latina

Para títulos em outros idiomas, use letras maiúsculas de acordo com as regras gramaticais de cada língua.

Exemplo:

Perspectivas para la integración de América Latina

Subtítulos, quando houver, devem ser transcritos após o título, separados deste por dois pontos e espaço, e iniciados por letra minúscula.

Exemplo:

Gestão de Riscos da CGU: formação de multiplicadores

Informações necessárias para identificar o objeto, mas que não constam no título, devem ser colocadas no final e entre colchetes.

Exemplo:

Coletânea de entendimentos: principais temas de gestão do Sistema "S" [Transparência LDO]

Informações implícitas do objeto devem ser colocadas entre colchetes e na posição que deveriam ocupar no título.

Exemplo:

Portaria n. 1.450, [de 04 de julho] de 2017

Caso haja outra pontuação no final do título, transcreva a pontuação e ainda assim utilize os dois pontos para introduzir o subtítulo (dupla pontuação).

Exemplo:

O renascimento de uma potência?: a Rússia no século XXI

Considere todas as informações adicionais ao título na descrição dos objetos digitais, independentemente da quantidade de subtítulos.

Exemplo:

Brasil em desenvolvimento 2011: Estado, planejamento e políticas públicas: sumário analítico

Caso os títulos ou subtítulos tragam siglas por extenso, transcreva as palavras que compõem o nome da sigla com as iniciais em letra maiúscula.

Exemplo:

Programa Nacional de Combate à Pirataria (PNCP): relatório final

Caso o objeto não possua um título, como por exemplo imagens e fotografias, atribua um título que descreva o recurso com objetividade.

Exemplo:

Foto da fachada do prédio da CGU no ano de 2015

Não utilize pontuação ao final do preenchimento do metadado Título.

Regras específicas para o preenchimento: Expressões que não fazem parte do título do objeto digital e que são indicativas da natureza do item podem ser inseridas como parte do título, entre colchetes, após o título principal, quando forem indispensáveis para identificar o tipo de objeto digital ou até mesmo diferenciar submissões com o mesmo título.

Exemplos:

Retribuição por Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC): concessão a servidores pertencentes a Instituições Federais de Ensino Superior: Universidades e Fundações de Ensino Superior (IFES) [entendimento]

O direito sancionador aplicável aos empregados públicos brasileiros pela prática de atos de corrupção, que impliquem em enriquecimento ilícito [apresentação]

O direito sancionador aplicável aos empregados públicos brasileiros pela prática de atos de corrupção, que impliquem em enriquecimento ilícito [convite]

Título alternativo

 

Descrição do Metadado: Título alternativo do objeto digital ou recurso eletrônico. Pode ser o título traduzido; o título abreviado ou o título original de uma obra traduzida.

Preenchimento: Texto.

Obrigatoriedade: Não.

Repetitividade: Sim.

Regras gerais para o preenchimento:

O preenchimento deste metadado segue as mesmas regras do preenchimento do metadado Título.

Inclua como "Título alternativo" todos os títulos equivalentes (título principal em outras línguas) disponíveis na fonte principal de informação.

Exemplo: Título: Síntese da economia brasileira: 2001

Título alternativo: Synthesis of the Brazilian economy: 2001

Regras específicas para o preenchimento: Para produção acadêmica é obrigatório o preenchimento do metadado "Título alternativo" para as dissertações, teses e artigos científicos escritos originalmente em português ou língua estrangeira, tendo o título traduzido para a língua estrangeira ou portuguesa, respectivamente.

Exemplo: Título: Reflexões sobre os mecanismos de universalização do acesso disponíveis para o setor de telecomunicações no Brasil

Título alternativo: Reflections on access universalization mechanisms available for the telecommunications sector in Brazil

Idioma

 

Descrição do Metadado: Idioma do objeto digital.

Preenchimento: Lista de opções.

Obrigatoriedade: Sim.

Repetitividade: Sim.

Regras gerais para o preenchimento:

Selecione o idioma do objeto digital na lista de opções disponível para este metadado.

Caso o item esteja disponível em mais de um idioma, selecionar os demais idiomas na lista de opções com tecla "Ctrl".

Considerar a repetitividade do metadado apenas para objetos que estejam, em sua totalidade, disponíveis em mais de um idioma.

Lista de opções de acordo com: RFC 1766 - ISO 639-1 + ISO 3166-1

Caso seja possível identificar o idioma apenas no título do item, considere o idioma do título como o idioma do objeto.

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Publicador(es)

 

Descrição do Metadado: Identificação da entidade responsável por tornar o objeto digital disponível, após edição.

Preenchimento: Texto

Obrigatoriedade: Sim.

Repetitividade: Sim.

Regras gerais para o preenchimento:

Dê o nome da(s) entidade(s) responsável(is) pela publicação original (tornar pública) do item conforme as regras de preenchimento para autoria entidade, excetuando-se a identificação geográfica, que somente deverá ser preenchida para o metadado "Autor".

Indique o nome completo de todas as áreas da Entidade, iniciando sempre pela maior hierarquia.

Exemplos:

Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU)

Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU). Diretoria de Informações Estratégicas (DIE)

GIFRJ. Coord Geral Aquisições

Não utilize pontuação ao final do preenchimento desse metadado.

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Local(is) de Edição

 

Descrição do Metadado: Cidade e Estado brasileiros em que foi criado ou editado o objeto digital.

Preenchimento: Lista de opções

Obrigatoriedade: Sim (apenas o ano).

Repetitividade: Não.

Regras gerais para o preenchimento:

Selecione o(s) local(is) de criação ou edição do objeto digital, conforme lista constante no repositório.

Para os documentos do GIFRJ, considerar a cidade descrita junto a data do objeto digital.

Observação: Devem ser selecionados todos os locais onde o objeto foi editado até ser publicado.

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Data do documento

 

Descrição do Metadado: Data de criação, emissão ou assinatura do objeto digital.

Preenchimento: Data.

Obrigatoriedade: Sim.

Repetitividade: Não.

Regras gerais para o preenchimento:

Preencha ano, mês e dia relativo à data em que o objeto digital foi emitido ou assinado.

Caso não seja possível o preenchimento da data completa, preencha o mês e o ano de emissão do objeto (obrigatório).

Preenchimento do metadado de acordo com: ISO 8601 (AAAA-MM-DD ou AAAA).

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Data de publicação

 

Descrição do Metadado: Data de publicação oficial ou disponibilização do objeto digital na Base de Gestão do Conhecimento.

Preenchimento: Data.

Obrigatoriedade: Não.

Repetitividade: Não.

Regras gerais para o preenchimento:

Inclua a data de publicação, quando houver, ou repita a data de criação do objeto digital.

Caso a data completa não esteja disponível no item, com ano, mês e dia de publicação, preencha ao menos o ano de publicação ou criação.

Preenchimento do metadado de acordo com: ISO 8601 (AAAA-MM-DD ou AAAA).

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Identificadores

 

Descrição do Metadado: Outros identificadores do objeto digital de preenchimento manual.

Preenchimento: Texto.

Obrigatoriedade: Não.

Repetitividade: Sim.

Regras gerais para o preenchimento:

Se o item possuir números ou códigos identificadores associados, informe o tipo e o número ou código do item.

Exemplo: ISSN / ISBN / Identificador único do autor / etc.

Regras específicas para o preenchimento: Preencha este metadado apenas para publicação de revistas e periódicos.

Fonte de publicação

 

Descrição do Metadado: Fonte de publicação do objeto digital.

Preenchimento: Texto.

Obrigatoriedade: Não.

Repetitividade: Sim.

Regras gerais para o preenchimento:

Informe a origem de publicação do objeto digital, por meio do nome da entidade, link para endereço URL, entre outros.

Exemplos:

Presidência da República (PR)

Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ

Portal da Transparência

ementario.info

DOU nº 158, de 16 de agosto de 2018, seção 1, p. 66

Não utilize pontuação ao final do preenchimento desse metadado.

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Descrição Física

 

Descrição do Metadado: Descrição das características físicas do objeto digital, tais como: duração do vídeo, número de páginas do documento textual, número de volumes, número do periódico etc.

Preenchimento: Texto.

Obrigatoriedade: Não.

Repetitividade: Sim.

Regras gerais para o preenchimento:

Descreva nesse campo de dados as características físicas do objeto digital, seguidas da abreviação do tipo de informação ("p." para página(s); "v." para volume(s); "ed." para edição) e da duração de vídeo/áudio, no formato da ISO 8601 (HH:MM:SS).

Para isso, considere para o preenchimento do metadado: a extensão do item; outros detalhes físicos e dimensões.

Opcionalmente, registre as informações relacionadas à descrição física do item entre parênteses.

Exemplos relacionados à extensão:

3 v.

274 p.

354 f. em braile

2 v. (1588 p.)

1 microficha

2 fotos : il. P&B

25 slides : il. color.

1 vídeo (1h, 30min)

Exemplos relacionados aos detalhes físicos:

3 v. : il. color.

253 p. : il. P&B

Exemplos relacionados à dimensão:

1 imagem : il. color. ; 24 x 48 cm

Não utilize pontuação ao final do preenchimento do metadado "Descrição física".

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Resumo

 

Descrição do Metadado: Refere-se à síntese do conteúdo do objeto digital em língua portuguesa.

Preenchimento: Texto.

Obrigatoriedade: Não.

Repetitividade: Não.

Regras gerais para o preenchimento:

Aborde os principais pontos do conteúdo com clareza e objetividade.

Para os objetos digitais que já possuem resumos, como por exemplo Teses, Relatórios e Artigos, apenas transcreva a síntese original para o campo de dados.

O texto deve ser redigido em um único parágrafo, sem inclusão de tópicos ou subtópicos e este é um campo de preenchimento livre.

Não há um limite mínimo ou máximo de palavras ou caracteres para a elaboração. Busque ser sintético e breve, mas não deixe de elaborar algo completo em relação ao conteúdo do item. ATENÇÃO: Pontue, gramaticalmente, este campo de dado.

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

 

Palavras-chave

 

Descrição do Metadado: Representação do assunto (conteúdo) do item por meio de palavras-chave em linguagem natural.

Preenchimento: Texto.

Obrigatoriedade: Sim.

Repetitividade: Sim.

Regras gerais para o preenchimento:

Um objeto digital pode apresentar um ou mais assuntos.

Descreva o item por meio de palavras-chave que representem o seu assunto principal. As palavras-chave devem ser extraídas, preferencialmente, do próprio objeto a ser descrito.

Selecione palavras-chave específicas e pertinentes ao tema ou assunto do objeto como um todo, assim, a recuperação da informação também será específica e precisa.

A indexação, com o uso de palavras-chave em linguagem natural, deve contemplar a seleção de 2 (duas) a 5 (cinco) palavras-chave.

As palavras-chave podem ser compostas por uma ou mais palavras que representem um conceito.

Utilize a primeira letra maiúscula e as demais conforme as regras da língua portuguesa.

O preenchimento do campo é livre, no entanto, procure incluir os termos no singular sempre que possível.

Para inserção de siglas, registre sempre seguida do termo por extenso. Quando a sigla contiver mais que quatro palavras, registre apenas no resumo.

Não pontue este metadado e não utilizar artigos etc.

Exemplo: "avaliação de desempenho", no campo palavra-chave digitar apenas "avaliação de desempenho".

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Assunto

 

Descrição do Metadado: Assunto(s) relacionado(s) ao objeto.

Preenchimento: Lista de opções.

Obrigatoriedade: Sim.

Repetitividade: Sim.

Regras gerais para o preenchimento:

Nos casos de documentos do GIFRJ, utilizar o assunto descrito na ementa do objeto digital.

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Observações/Notas

 

Descrição do Metadado: Informações adicionais sobre o objeto digital.

Preenchimento: Texto.

Obrigatoriedade: Não.

Repetitividade: Não.

Regras gerais para o preenchimento:

Digite neste campo informações adicionais, sobre o objeto digital, que auxiliem o entendimento do usuário da Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ.

Para evitar duplicidade, registre neste campo informações que não se encontram em nenhum outro metadado.

Exemplos:

Exemplos:

1)Revoga a Portaria n. 2.472, de 26 de dezembro de 2016.

2)Esta portaria altera o Art. 16 da Portaria CGU nº 910, de 7 de abril de 2015.

3)A 1ª edição do Manual é de 2013.

4)Versão atualizada conforme correções realizadas na republicação do dia 3/7/2018.

5)Notícias, Artigos, Atos e Eventos poderão ser acessados a partir da página nº 2 do referido ementário.

Observação:

Considere as mesmas regras de revogação para alteração ou substituição dos seguintes objetos publicados: atos administrativos, entendimentos do GIFRJ e manuais técnicos.

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Detentor dos direitos autorais

 

Descrição do Metadado: Identifica o(s) detentor(es) dos direitos autorais patrimoniais do ativo digital, ou seja, quem tem o direito de publicação e exploração comercial do item.

Preenchimento: Texto.

Obrigatoriedade: Sim.

Repetitividade: Sim.

Regras gerais para o preenchimento:

Preencha o campo com o nome completo da pessoa física ou da entidade detentora dos direitos autorais patrimoniais da obra, conforme as indicações constantes na própria obra.

Caso essa informação não esteja disponível, o responsável pela descrição física e temática do objeto digital deve confirmar se o preenchimento do metadado está correto. Para tanto, pode e deve fazer uso de recursos tecnológicos de busca para executar uma pesquisa catalográfica complementar.

As recomendações mais relevantes são em relação ao correto preenchimento do campo no que se refere ao verdadeiro detentor dos direitos autorais.

A propriedade intelectual de uma obra é de seu criador: indivíduo (autoria individual) ou grupo de indivíduos (autoria coletiva ou coautoria) que materializou, deu vida a uma ideia. Essa materialização pode ter como resultado um livro, um artigo, uma tese, uma palestra em vídeo, uma música, um desenho, um programa de televisão etc.

O fato gerador dos direitos morais é o fato da criação. O fato gerador dos direitos patrimoniais é a publicação da obra. São os autores os detentores naturais dos direitos morais e patrimoniais.

O símbolo de Copyright © sinaliza para o público quem é o detentor dos direitos autorais do item.

O preenchimento do campo "Detentor dos direitos autorais" com o nome completo do detentor permitirá aos usuários, caso tenham interesse, localizarem outras informações sobre o detentor dos direitos autorais.

O preenchimento do campo é livre. No entanto, sugerimos que se observe a seguir os exemplos relativos ao preenchimento desse metadado.

Para os documentos do GIFRJ, preencher a autoria com:

Presidência da República, GIFRJ

Exemplos:

Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU)

Wagner de Campos Rosário

Não utilize pontuação ao final do preenchimento do metadado "Detentor dos Direitos Autorais".

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Permissões e restrições de uso

 

Descrição do Metadado: são as permissões e restrições de uso sobre o objeto digital, conforme seu regime de direitos autorais adotado e termos de uso, segundo texto padronizado na lista de opções para Licença e Termos de Uso disponível no repositório.

Preenchimento: Lista de opções.

Obrigatoriedade: Sim.

Repetitividade: Sim.

Regras gerais para o preenchimento:

O regime de direitos autorais e os termos de uso do objeto digital definem as permissões e as restrições de uso desse objeto. Na dúvida, pergunte ao autor.

Atualmente são utilizadas seis opções de licença e termos de uso:

Licença Padrão para Publicações:São permitidas a reprodução e a exibição para uso educacional ou informativo desde que respeitado o crédito ao autor original e citada a fonte (https://gestaodoconhecimento-gifrj.eb.mil.br/). Permitida a inclusão da obra em repositórios ou Portais de Acesso Aberto, desde que reproduzida esta licença e fique claro para os usuários os termos de uso dessa obra e que o detentor dos direitos autorais é o GIFRJ. Proibido o uso comercial ou com finalidades lucrativas em qualquer hipótese. Proibida a criação de obras derivadas. Proibida a tradução, inclusão de legendas ou voz humana para imagens contidas nas publicações. ATENÇÃO: os direitos de imagem foram cedidos apenas para a obra original, considerando o seu formato de distribuição no repositório. Esta licença está baseada em estudos sobre a Lei Brasileira de Direitos Autorais, a Lei nº 9.610/1998, e Tratados Internacionais sobre Propriedade Intelectual.

Domínio Público:Condição jurídica para as obras que não possuem o elemento do direito real ou de propriedade que tem o direito autoral, não havendo restrições de uso por qualquer um que queira utilizá-la: Obra em domínio público é livre e gratuito e pertencem à Comunidade, permitindo a sua utilização sem restrições na forma original ou dela fazendo traduções, arranjos e adaptações. ATENÇÃO: Em conformidade com o artigo 45 da Lei de Direitos Autorais,in verbis:"Além das obras em relação às quais decorreu o prazo de proteção aos direitos patrimoniais, pertencem ao domínio público: I - as de autores falecidos que não tenham deixado sucessores; II - as de autor desconhecido, ressalvada a proteção legal aos conhecimentos étnicos e tradicionais."

Fair Use: Trata-se de limitações à propriedade, ou seja, obras cuja utilização está autorizada por exceções aos Direitos Autorais (Art.46, Lei 9.610/1998).

Criative Commons: Permite aos autores e produtores de conteúdo indicar como desejam a livre circulação de suas obras, desde que citado(s) o(s) autor(es), podendo ser de: a) Atribuição; b) Uso não comercial; c) Compartilhamento pela mesma Licença; d) Não a obras derivadas; e) Uso não comercial - Compartilhamento pela mesma Licença; e f) Uso não comercial - Não a obras derivadas.

Licença Padrão GIFRJ para recursos educacionais:O autor autoriza o GIFRJ a disponibilizar o recurso e material elaborados, em acesso aberto, na Base de Gestão do Conhecimento, mediante assinatura de termo padronizado pelo GIFRJ. ATENÇÃO: essa autorização é válida apenas para a obra em seu formato original.

Regras específicas para o preenchimento: Não há.

Metadados de Submissão

O bloco de metadados denominado "Metadados de Submissão" traz 6 metadados de preenchimento automático; por essa razão, não compõem o formulário de entrada de dados e não possuem regras de preenchimento. Esse bloco é apresentado na Tabela 6.

 

Tabela 6: Metadados de Submissão

Identificador único

Data de publicação no repositório

Formato

Tamanho do arquivo

Submetido por

Revisado e Publicado por

Apêndice I - Tipos de Objetos disponíveis de Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ

 

Tabela 7: Tipos de Objetos disponíveis de Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ

Acordo de Cooperação

Acordo de Leniência

Apresentação/Slides

Artigo

Ata de Registro de Preços

Aviso

Banco de Dados

Boletim

Capítulo de Livro

Cartaz

Cartilha

Chamamento Público

Código

Coletânea

Comunicado

Contrato

Convênio

Convite

Decisão Judicial

Declaração

Decreto

Despacho de Julgamento

Dissertação

Ementário

Entendimento

Enunciado

Estudo de Caso

Estudo Técnico

Exposição de Motivos

Folder

Folheto

Formulação

Formulário

Guia Rápido/Perguntas e Respostas

Informe

Instrução Normativa

Lei

Licitação

Livro

Mandado de Segurança

Manual Técnico

Memorando de Entendimento

Modelo

Monografia

Narrativa

Norma

Norma Operacional

Nota

Nota de Instrução

Nota Técnica

Notícia

Ordem de Serviço

Orientação

Painel

Palestra

Parecer

Pauta

Plano

Planilha

Portaria

Pregão

Procedimento

Programa

Programação

Projeto

Protocolo de Cooperação Técnica

Protocolo de Intenções

Recomendação

Recursos LAI

Regimento

Regulamento

Relatório

Relatório Técnico

Resenha

Resolução

Súmula

Termo de Execução Descentralizada (TED)

Termo de Referência

Termo de Compromisso

Termo de Cooperação

Tese

Vídeo

Outros

Apêndice II - Estrutura Informacional da Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ

 

COMUNIDADES

SUBCOMUNIDADES

COLEÇÕES

GIFRJ

Estrutura Organizacional

Gestão de Estrutura Organizacional

 

Planejamento

Gestão do Planejamento

Planos

Manuais

 

Articulação Interinstitucional

Acordos, Memorandos e Protocolos

 

Eventos

Seminários

Palestras

Secretarias GIFRJ

Avaliação de Pessoal

Gestão de Avaliação de Pessoal

Projetos

 

Inteligência

Gestão de Inteligência

Projetos

 

Avaliação de Logística

Gestão de Logística

Projetos

 

Planejamento e Operações

Gestão Operacional

Projetos

 

Educação e Capacitação

Gestão de Educação e Capacitação

Projetos

 

Administrativo-financeira

Gestão Administrativo-financeira

Gestão do Conhecimento

Mapeamento

Projetos

 

Infraestrutura e Obras

Gestão de Infraestrutura e Obras

Projetos

 

Comando e Controle

Gestão de Comando e Controle

Projetos

 

Comunicação Social

Gestão de Comunicação Social

Projetos

 

Legislação (proposição e revisão)

Gestão (proposição e revisão)

Projetos

Atos Administrativos

Publicações

Boletins internos e Publicações

Comunicados internos

Informes

 

Termo de Execução Descentralizada (TED)

Gestão de TED

 

Licitações

Fase Interna

Pregões

Dispensas

Inexigibilidades

Contratos

Gestão e Fiscalização de Contratos

Legislação

Atos Normativos Legais

Códigos

Decretos

Leis

Projetos de Lei

 

Atos Normativos Infralegais

Jurisprudência

Portarias

Intruções Normativas

Resoluções

Orientações Normativas

Mandados

Súmulas

Pareceres

Governança

Grupos

Comitês

Grupos de Trabalho

Comissões

Conselhos

 

Controle Interno

Gestão de Riscos

Pareceres

Relatórios

Apêndice III - Plano de Carga da Base de Gestão do Conhecimento do GIFRJ

1. Apresentação

Este plano define os procedimentos de submissão de objetos digitais que serão catalogados na Base de Gestão do Conhecimento (sistema DSpace), bem como os envolvidos, seguindo os padrões da Portaria e Manual de Submissão da Base de Gestão do Conhecimento.

Além disso, padronizar os macros procedimentos de documentos para o perfeito alinhamento entre a Portaria nr 34, de 26 de dezembro de 2018; Manual de Submissão e Normas de Segurança e Sigilo, no que se refere à desmobilização e Gestão do Conhecimento, no âmbito do GIFRJ.

2. Tipos de objetos

Os documentos, uma vez digitalizados, serão transformados em objetos digitais. Somente documentos oficiais serão considerados para compôr a base de dados do Dspace, conforme elencado no Apêndice I desse Manual.

3. Procedimentos

3.1.Nenhum documento sigiloso ou de acesso restrito deverá ser catalogado no DSpace.

3.2. Documentos digitais:

Passo 1: os responsáveis pela desmobilização das diversas diretorias deverão realizar a organização dos arquivos, catalogando e eliminando, por exemplo, rascunhos e arquivos duplicados de acordo com o preconizado no Plano de Desmobilização.

Passo 2: a Coordenadoria de Conformidade de Registro de Gestão será responsável apenas, pelo gerenciamento dos arquivos relacionados aos processos de aquisição e a Coordenadoria-Geral de Apoio, pelos demais arquivos.

Passo 3: todos os arquivos deverão estar em formato PDF. Considerar apenas os documentos oficiais e assinados, ou seja, os rascunhos deverão ser desconsiderados.

Passo 4: arquivos do tipo imagem (fotos), devem ser adequadas para a resolução máxima de 640x425 ou proporção similar, e formato JPG ou JPEG.

Passo 5: o tamanho máximo de cada arquivo deverá ser de 500 MB.

Passo 6: é permitido o upload de mais de um arquivo por objeto digital no momento da catalogação.

Passo 7: o arquivo contendo os documentos do mesmo processo deverão ser tratados de forma prioritária.

Passo 8: documentos isolados que já constem de um processo deverão ser desconsiderados.

Passo 9: os documentos duplicados deverão ser deletados.

Passo 10: após a checagem dos arquivos físicos com os digitais, a Coordenadoria de Conformidade de Registro de Gestão e Coordenadoria-Geral de Apoio, deverão salvar os arquivos finais na pasta denominada "DSpace".

Passo 11: Coor a Coordenação Geral de Planejamento deverá realizar varredura, a nível de bit, em busca de arquivos duplicados.

Passo 12: o catalogador deverá checar a duplicidade de documentos nas respectivas pastas e nos objetos digitais já catalogados no DSpace.

Passo 13: seguir os procedimentos desse deste Manual para fins de catalogação dos objetos digitais.

3.3. Documentos do SPED:

O Centro de Desenvolvimento de Sistemas do Exército - CDS disponibilizará os documentos que circularam no SPED do GIFRJ de uma das duas formas abaixo:

Passo 1.1: DIEx, em formato PDF. O catalogador seguirá os passos previstos no item "Documentos digitais" deste Manual; ou

Passo 1.2: o CDS migrará os DIEx diretamente do banco de dados do SPED/GIFRJ para o banco de dados do DSpace, disponibilizando para o Revisor selecionar quais os documentos se transformarão em objetos digitais para catalogação no DSpace.

3.4. Documentos físicos:

Passo 1: os Responsáveis pela Desmobilização deverão realizar a organização dos documentos físicos, catalogando e selecionando para escaneamento.

Obs.: Rascunhos e documentos duplicados não serão escaneados.

Passo 2: prosseguir conforme item "Documentos digitais" deste Manual.

___________

1- Entidade é uma organização ou assembleia de pessoas, identificada por um nome corporativo ou coletivo. Considere como entidades, por exemplo: congressos; conferências; órgãos públicos; exposições; instituições em geral; partidos políticos; programas; projetos; governos; órgãos estatais; empresas e fundações públicas; empresas privadas; entidades não governamentais e etc.

Bibliografia

COSTA, Veruska da Silva. Estudo do domínio do repositório institucional da ENAP. Brasília,set. 2013. 10 p.

COSTA, Veruska da Silva.Manual de submissão de objetos digitais: descrição física e temática epreenchimento de metadados. Repositório do Conhecimento do Ipea (RCIpea). Brasília: Ipea,2013. 85 p.

COSTA, Veruska da Silva.Relatório 1: arquitetura informacional do repositório institucional daENAP. Brasília, set. 2013. 33 p.

COSTA, Veruska da Silva.Relatório 2: fluxo geral e fluxo de submissão do repositório da ENAP.Brasília, set. 2013. 15 p.

COSTA, Veruska da Silva.Relatório 3: conjunto de metadados do repositório institucional daENAP. Brasília, set. 2013. 70 p.

DUBLIN CORE METADATA INITIATIVE.Using Dublin Core. Disponível em: http://dublincore.org/documents/usageguide/. Acesso em: maio de 2017.

DUBLIN CORE METADATA INITIATIVE.MetadataTerms. Disponível em: http://dublincore.org/documents/dcmi-terms/?HYPERLINK "http://dublincore.org/documents/usageguide/". Acesso em: maio de 2017.

FREITAS, Marília Augusta de; NASCIMENTO, Georgia Fernandes do; GUIMARÃES, Jacquelinede FariaSilva.Repositório Institucional da Universidade de Brasília: manual de treinamento.Brasília: UnB, 2008.

GASPAR, Marcos Antonio; SCARPINI, Rita de Cássia; BRAGA, Silvia Pegorin.RI - Repositório Institucional: manual do usuário. São Caetano do Sul: RI-USCS, 2010.

INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA (IBICT).Guiapara o gerenciamento de repositórios digitais criados em Dspace. Brasília: IBICT, 2012.

OLIVEIRA, K. S.; COSTA, V. S. Manual do Repositório Institucional da Enap. 3ª versão. Brasília: Enap, 2014.

Portaria Nº 34 De 26 De Dezembro De 2018 - Institui a Base de Gestão do Conhecimento no âmbito do Gabinete de Intervenção Federal na área de Segurança Pública do Estado do Rio De Janeiro.

Portaria Nº 35 De 27 De Dezembro De 2018 - Designa pessoal para compor a Estrutura de Governança para a fase de Desmobilização no âmbito do Gabinete de Intervenção Federal na área de Segurança Pública do Estado do Rio De Janeiro.

STRAIOTO, Fabiane.A arquitetura da informação para a World Wide Web: um estudo exploratório. 2002. 120 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília.

Este conteúdo não substitui o publicado na versão certificada.

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